05/10/2010

CULTURA

Arte líquida

Pingos de água são o tema central do trabalho do artista Martin Waugh.
Da Redação da Revista Cyan


cima1 cima2 cima3
As imagens são capturadas com técnicas de fotografia de alta velocidade e
depois trabalhadas em computador.

A arte parece mesmo não ter limites, ainda mais quando combinada à ciência. E as imagens coloridas acima são uma prova disso. Elas foram criadas pelo artista plástico americano Martin Waugh e são flagrantes de pingos colidindo com a água ou outra superfície. Cada imagem, com formas e contornos únicos, chama a atenção pelo movimento e plasticidade incomuns.

Para captar os flagrantes, o artista afirma que utiliza câmeras e lentes comuns, entre elas o modelo Canon 5D dotada de lentes macro de 180 mm. Ele recorre a técnicas fotográficas de alta velocidade e o flash é disparado em curtíssima duração, a fim de congelar o movimento da água.

"A fotografia é, de certa forma, a parte mais fácil do que eu faço. Lidar com os fluidos é que exige criatividade e paciência", afirma. Ele conta ainda que precisou desenvolver um sistema relativamente complexo de programas de computador e hardwares para criar as gotas e controlar o tempo de exposição.

Clique aqui para ver um vídeo do Discovery Channel que explica em detalhes o processo criativo do artista.

O intrigante trabalho de Martin, batizado de Escultura líquida, tem sido exibido em galerias e museus mundo afora. Para obter imagens tão diversificadas, ele varia o tamanho, a velocidade e a posição das gotas, assim como a cor, a viscosidade e a tensão da superfície. Depois de clicadas, as fotos são trabalhadas em computador para ganhar a aparência definitiva.

Confira abaixo uma galeria de fotos do autor de Escultura Líquida.

Crédito fotos: Martin Waugh

 

vert1 vert2

vert3 vert4

horiz1 horiz2

horiz3 horiz4

horiz5 horiz6

 

Deixe aqui seu comentário enviar |
Vista aérea do córrego do Crispim, feita a partir do balão do WWF-Brasil
Feito com estrutura de bambu, o viveiro será mantido e cuidado pela comunidade local
Feito com estrutura de bambu, o viveiro será mantido e cuidado pela comunidade local
A expedição visitou o início do córrego Crispim, a poucos metros da nascente, onde a água nasce límpida
Integrantes da expedição recebem informações de técnico da Companhia de Saneamento de Brasília (Caesb) sobre a nascente do Crispim e sobre a captação de água no local
Os incêndios são frequentes no entorno do córrego do Crispim, degradando a vegetação que protege o curso de água.
Travessia do córrego, rumo à foz.
Por falta de segurança e contaminação das águas, a população local deixou de frequentar as belas cachoeiras que se formam na foz do córrego Crispim, onde ele se junta ao córrego Alagados
Incêndios florestais são comuns à beira do córrego: um problema que o Projeto Bacias buscará minimizar.
Integrantes da expedição caminham rumo à foz do Crispim.