05/03/2012

AMBIENTE

Austrália vai criar parque marinho gigante

Localizado no Mar de Coral, na costa nordeste do país, ele será o maior do mundo A reserva será um santuário para inúmeras espécies de aves, peixes e tartarugas marinhas


coral-sea

A área da nova reserva marinha, com quase 1 milhão de quilômetros quadrados - equivalente à soma dos territórios de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo -, abriga uma imensa variedade de aves, peixes, tartarugas marinhas e recifes de corais, muitas delas ameaçadas de extinção.
Em cerca de metade do parque será completamente proibida qualquer atividade econômica, inclusive a pesca.
O governo fez o anúncio da criação da reserva, situada dentro da zona econômica marítima do país, no final de novembro de 2011 e prometeu detalhar os seus limites ainda no primeiro trimestre deste ano.
Para o ministro do meio ambiente australiano, Tony Burk, o significado ambiental do Mar de Coral está na sua diversidade de recifes de coral, bancos de areia, cânions e planícies abissais. "Ele contém mais de 20 exemplos excepcionais de isolados recifes tropicais, bancos de areias e ilhas."
Até então, o maior parque marinho do mundo ficava em torno do arquipélago de Chagos, uma possessão britânica no oceano Índico. Ele tem uma área de 544 mil quilômetros quadrados e nenhuma exploração econômica é permitida nos seus limites.
Outro atrativo da nova reserva marinha australiana é o fato de abrigar destroços de navios de guerra americanos e japoneses afundados em batalhas durante a 2ª Guerra Mundial. Acredita-se que os restos de pelo menos três grandes embarcações americanas - USS Lexington, USS Sims e USS Neosho - se encontram na área.

 

Deixe aqui seu comentário enviar |
Vista aérea do córrego do Crispim, feita a partir do balão do WWF-Brasil
Feito com estrutura de bambu, o viveiro será mantido e cuidado pela comunidade local
Feito com estrutura de bambu, o viveiro será mantido e cuidado pela comunidade local
A expedição visitou o início do córrego Crispim, a poucos metros da nascente, onde a água nasce límpida
Integrantes da expedição recebem informações de técnico da Companhia de Saneamento de Brasília (Caesb) sobre a nascente do Crispim e sobre a captação de água no local
Os incêndios são frequentes no entorno do córrego do Crispim, degradando a vegetação que protege o curso de água.
Travessia do córrego, rumo à foz.
Por falta de segurança e contaminação das águas, a população local deixou de frequentar as belas cachoeiras que se formam na foz do córrego Crispim, onde ele se junta ao córrego Alagados
Incêndios florestais são comuns à beira do córrego: um problema que o Projeto Bacias buscará minimizar.
Integrantes da expedição caminham rumo à foz do Crispim.