20/04/2012

AMBIENTE

As 10 maiores hidrelétricas do Brasil

Nosso país tem um dos maiores potenciais hidrelétricos do planeta


O Brasil é um país cortado por rios. Muitos rios. Por causa disso, temos um dos maiores potenciais hidrelétricos do mundo. Existem em operação por aqui mais de cem usinas hidrelétricas. Se somarmos a esse total a quantidade de pequenas centrais hidrelétricas, cuja capacidade de geração não ultrapassa 30 MW, o número praticamente duplica.
Itaipu, a segunda maior usina hidrelétrica do planeta, com 14.000 megawatts (MW) de capacidade instalada, fica em território brasileiro, mas precisamente na fronteira com o Paraguai. Ela só perde para a usina de Três Gargantas, na China.
Confira abaixo as maiores hidrelétricas brasileiras. O ranking não contabiliza as megausinas de Belo Monte (11.233 MW), Jirau (3.750 MW) e Santo Antônio (3.150 MW), que ainda estão em construção.

1. USINA HIDRELÉTRICA DE ITAIPU
Rio: Paraná
Estado: Paraná
Capacidade: 14.000 MW

2. USINA HIDRELÉTRICA DE TUCURUI
Rio: Tocantins
Estado: Pará
Capacidade: 8.370 MW

3. USINA HIDRELÉTRICA DE ILHA SOLTEIRA
Rio: Paraná
Estado: São Paulo
Capacidade: 3.444 MW

4. USINA HIDRELÉTRICA DE XINGÓ
Rio: São Francisco
Estado: Alagoas e Sergipe
Capacidade: 3.162 MW

5. USINA HIDRELÉTRICA DE FOZ DO AREIA
Rio: Iguaçu
Estado: Paraná
Capacidade: 2.511 MW

6. USINA HIDRELÉTRICA DE PAULO AFONSO
Rio: São Francisco
Estado: Bahia
Capacidade: 2.462 MW

7. USINA HIDRELÉTRICA DE ITUMBIARA
Rio: Paranaíba
Estado: Minas Gerais
Capacidade: 2.082 MW

8. USINA HIDRELÉTRICA DE TELES PIRES
Rio: Teles Pires
Estado: Mato Grosso
Capacidade: 1.820 MW

9. USINA HIDRELÉTRICA DE SÃO SIMÃO
Rio: Paranaíba
Estado: Mato Grosso e Goiás
Capacidade: 1.710 MW

10. USINA HIDRELÉTRICA DE JUPIÁ
Rio: Paraná
Estado: Mato Grosso do Sul e São Paulo
Capacidade: 1.551 MW


Saiba mais:
Hidrelétricas: aproveitar ou reduzir?
Parte do rio Xingu deve secar com Belo Monte

 

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Vista aérea do córrego do Crispim, feita a partir do balão do WWF-Brasil
Feito com estrutura de bambu, o viveiro será mantido e cuidado pela comunidade local
Feito com estrutura de bambu, o viveiro será mantido e cuidado pela comunidade local
A expedição visitou o início do córrego Crispim, a poucos metros da nascente, onde a água nasce límpida
Integrantes da expedição recebem informações de técnico da Companhia de Saneamento de Brasília (Caesb) sobre a nascente do Crispim e sobre a captação de água no local
Os incêndios são frequentes no entorno do córrego do Crispim, degradando a vegetação que protege o curso de água.
Travessia do córrego, rumo à foz.
Por falta de segurança e contaminação das águas, a população local deixou de frequentar as belas cachoeiras que se formam na foz do córrego Crispim, onde ele se junta ao córrego Alagados
Incêndios florestais são comuns à beira do córrego: um problema que o Projeto Bacias buscará minimizar.
Integrantes da expedição caminham rumo à foz do Crispim.