02/03/2012

AMBIENTE

Enchentes, tempestades e terremotos causam prejuízos de US$ 350 bilhões

Japão, Estados Unidos e Austrália estão entre as nações que mais perderam dinheiro em 2011 por conta da força das águas
Da Redação da Revista Cyan


Terremoto de 8.0 pontos na escala Richter provocou tsumani que atingiu o Japão em março de 2011: US$ 210 bilhões em prejuízos

Algumas das maiores tragédias humanas estão relacionadas à força da água. Estudo da seguradora suíça Swiss Re aponta que as catástrofes naturais (entre elas tempestades e tsunamis) causaram cerca de 30 mil mortes em todo o mundo, em 2011. Os prejuízos econômicos alcançaram o valor recorde de US$ 350 bilhões, bem acima dos US$ 226 bilhões em 2010.

A principal tragédia do ano passado ocorreu no Japão, vitimado por terremoto seguido de tsunami em março. Além das milhares de mortes, o país sofreu um grande baque econômico. De acordo com a seguradora, foram US$ 210 bilhões em prejuízos.

O ano passado foi classificado como o segundo mais dispendioso da história para a indústria de seguros. "O ano de 2011 vai entrar para história por ter registrado alguns dos terremotos mais trágicos e custosos já vistos", afirmou Kurt Karl, economista chefe da Swiss Re, na divulgação do balanço no ano.

Além dos terremotos no Japão e na Nova Zelândia, o ano foi marcado por graves inundações na Tailândia e Austrália e pela passagem do furacão Irene custou cerca de US $ 5 bilhões em danos materiais.

Confira o ranking das 10 maiores catástrofes de 2011 do estudo.

As 10 mais caras perdas catastróficas seguradas em 2011

1. Japão - Tsunami - 11 de março

2. Nova Zelândia - Terremoto - 22 de fevereiro

3. Tailândia - Inundação - 27 de junho

4. Estados Unidos (Alabama) - Tempestades severas e tornados - 22 de abril

5. Estados Unidos (Missori) - Tempestades severas e tornados - 20 de março

6. Estados Unidos - Furacão Irene - 22 de agosto

7. Austrália - Inundação - 9 de janeiro

8. Estados Unidos - Tempestade - 3 de abril

9. Estados Unidos - Tempestade - 8 de abril

10. Estados Unidos - Tempestade - 14 de abril

Fonte: Seguradora Swiss Re

 

 

Deixe aqui seu comentário enviar |
Vista aérea do córrego do Crispim, feita a partir do balão do WWF-Brasil
Feito com estrutura de bambu, o viveiro será mantido e cuidado pela comunidade local
Feito com estrutura de bambu, o viveiro será mantido e cuidado pela comunidade local
A expedição visitou o início do córrego Crispim, a poucos metros da nascente, onde a água nasce límpida
Integrantes da expedição recebem informações de técnico da Companhia de Saneamento de Brasília (Caesb) sobre a nascente do Crispim e sobre a captação de água no local
Os incêndios são frequentes no entorno do córrego do Crispim, degradando a vegetação que protege o curso de água.
Travessia do córrego, rumo à foz.
Por falta de segurança e contaminação das águas, a população local deixou de frequentar as belas cachoeiras que se formam na foz do córrego Crispim, onde ele se junta ao córrego Alagados
Incêndios florestais são comuns à beira do córrego: um problema que o Projeto Bacias buscará minimizar.
Integrantes da expedição caminham rumo à foz do Crispim.